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MUNDO

Aérea israelense será multada em US$ 39 milhões por preços abusivos

A Autoridade de Concorrência de Israel planeja aplicar multa de US$ 39 milhões à El Al por preços abusivos durante guerra em Gaza

Redação EAClique
Aérea israelense será multada em US$ 39 milhões por preços abusivos
Aérea israelense será multada em US$ 39 milhões por preços abusivos

A Autoridade de Concorrência de Israel anunciou que planeja aplicar uma multa de 121 milhões de shekels (US$ 39 milhões) à companhia aérea El Al Israel Airlines por praticar tarifas aéreas excessivas e injustas durante a guerra em Gaza.

Entenda o Contexto

A decisão da Autoridade de Concorrência foi tomada após uma investigação que encontrou evidências de que a companhia aérea cobrou preços exorbitantes para voos internacionais durante o conflito em Gaza, afetando negativamente os passageiros.

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Principais Pontos

  • Preços Abusivos: A investigação encontrou que a El Al cobrou preços até 5 vezes maiores do que o normal para voos internacionais durante a guerra, afetando negativamente os passageiros.
  • Evidências de Concorrência Desleal: A Autoridade de Concorrência encontrou evidências de que a El Al praticou concorrência desleal ao cobrar preços excessivos e injustos para voos internacionais durante o conflito em Gaza.
  • Multa Planejada: A multa de 121 milhões de shekels (US$ 39 milhões) é a maior multa aplicada pela Autoridade de Concorrência desde que foi criada e visa penalizar a El Al por suas práticas abusivas.

O Que Isso Significa

A decisão da Autoridade de Concorrência significa que a El Al precisará pagar uma multa significativa por suas práticas abusivas durante a guerra em Gaza. Isso pode ter consequências para a companhia aérea e afetar negativamente sua reputação.

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Conclusão: A decisão da Autoridade de Concorrência é um passo importante na proteção dos passageiros e na promoção da concorrência justa no setor aéreo israelense. É esperado que essa decisão sirva como exemplo para outras companhias aéreas e promova uma concorrência mais justa e transparente.

Fonte original: g1.globo.com

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